Setor farmacêutico, pandemia e a humanização do digital

A parte mais difícil em se aplicar uma transformação digital numa empresa não está na parte digital, mas sim na parte da transformação, pois mudar nem sempre é uma coisa fácil.

Mas essa questão é diferente para o segmento farmacêutico? Como as empresas ditas “quadradas” se adaptaram a esse novo modelo? Como será o futuro? Convidamos você para conversarmos um pouco sobre esse assunto.

Para conseguirmos ter uma ideia do impacto da pandemia no setor farmacêutico, é importante entendermos o principal meio de negócios deste segmento. Dentre diversas ações, a principal e mais utilizada é a visita presencial do Propagandista, seja no consultório médico, no hospital, clínicas ou farmácias. Agora imagine que simplesmente, de um dia para o outro, não se pode mais atuar nesse modelo. Isso foi o que aconteceu quando iniciou a pandemia.

Foi e ainda está sendo um período de adaptação e aprendizado. Acredito que ainda não temos todas as respostas, mas já temos algumas percepções e bons aprendizados. Vamos ver alguns deles?

Assim como em outros segmentos, acredito que o primeiro ponto é não separarmos mais as estratégias entre tradicionais e digitais. Devemos criar uma verdadeira experiência omnichannel para nossos clientes de maneira completamente interligada. Precisamos atender nossos clientes da maneira como eles preferem e, ao mesmo tempo, permitir que ele possa migrar de um modelo para o outro sem nenhum problema.

O grande ponto não é a ferramenta para se comunicar com o cliente, mas sim, o que dizer. Assim como em qualquer ação ou estratégia, precisamos nos preocupar mais com conteúdo, selecionando assuntos relevantes e de interesse dos nossos clientes, caso contrário, seremos apenas mais um e não atingiremos os objetivos desejados. Também é importante entender que cada cliente é diferente e com isso, precisamos adaptar nosso conteúdo de acordo com as preferências de cada um.

Mas a grande dica que posso dar é que com certeza fará toda a diferença é termos empatia genuína. É necessário entender toda a situação que nossos clientes estão vivendo, quais as dificuldades, necessidades e sentimentos neste momento. Devemos oferecer soluções e apoio ao invés de apenas vender produtos ou serviços. E pode confiar que os clientes percebem que existe uma empatia verdadeira e, mesmo que indiretamente, darão preferência a estas empresas e profissionais.

Meu conselho nesta época de digitalização total é: humanizem o digital!

Espero que tenham gostado e que eu possa ter contribuído ao menos um pouco no desenvolvimento e conhecimento de vocês.

Até breve, forte abraço e pau na máquina!

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